sexta-feira, 10 de junho de 2011

A INDISCIPLINA COMO OBSTÁCULO PARA APRENDIZAGEM DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

1 INTRODUÇÃO

O tema indisciplina escolar passou a ser, atualmente, para os profissionais da educação, um dos principais problemas pedagógicos em nível de sala de aula.
A indisciplina  envolve diferentes aspectos e fatores, causando assim uma grande complexidade no ambiente escolar.  As manifestações indisciplinares em sala de aula causa transtornos, falta de atenção, desinteresse e por conseqüência baixo rendimento escolar.
Paulo Freire (1996) fala que o educador deve conhecer o dia-a-dia do aluno, porque é nessa realidade que o aluno desenvolve seus instintos e desabrocha a indisciplina.
Vale ressaltar que o comportamento indisciplinado não é resultante  de fatores isolados, mas da multiplicidade de influencias que recaem sobre a criança e o adolescente ao longo de seu desenvolvimento.
Na maioria das vezes por falta de orientação sobre como agir diante da indisciplina em sala de aula, cada professor atua de forma que mais lhe convém, utilizando-se apenas de sua experiência e bom senso.
Para De La Taille (1994,p.120) “se desde cedo a criança aprende que há limites a serem respeitados, aos poucos ela própria vai compreendendo que as regras são como contratos estipulados para que todas as partes sejam beneficiadas”
 Conforme citação, entende-se que  o aluno deve compreender desde o inicio de sua formação, que o respeito a regras faz parte do processo educacional e da disciplina, compreensão essa que não  percebe-se no dia a dia da escola.
Diante de diversos fatores que influencia o comportamento do aluno, o principal interesse desse pesquisa é  analisar as causas, efeitos sociais e psicológicos da indisciplina na sala de aula.

 
2  JUSTIFICATIVA

A questão da indisciplina escolar vem sendo motivo de discussão e preocupação na escola. O tema em questão  vem crescendo  e  é  fruto de uma sociedade na qual os valores humanos  vem sendo  ignorados.
A indisciplina escolar sempre me chamou atenção. Continuamente  questiono-me sobre como lidar com estes impasses que fazem parte do cotidiano escolar, e que, na maioria das vezes, dificulta o aprendizado, não só do educando indisciplinado, mas de todos os que se encontram na sala de aula,  portanto, através deste projeto  pretendo  compreender melhor quais as razões que fazem com que os alunos sejam indisciplinados, que fatores contribui, além de  buscar entender quais são os diversos conceitos que envolvem os termos (in)disciplina.
Este projeto tem como objetivo geral  analisar o problema da indisciplina escolar em uma escola pública municipal de Vicência-PE.
Neste contexto, surge a necessidade de questionar  indisciplina escolar através das seguintes  perguntas de partida : Até que ponto a intolerância de uma gestão pode  proporcionar a indisciplina? Os professores tem se utilizado de procedimentos didáticos que ajudem a combater a indisciplina no ambiente escolar? Em que medida a insatisfação dos alunos com as aulas e outros processos da escola  é responsável pela indisciplina?
 Para Aquino (1996, p. 40) “embora o fenômeno da indisciplina seja um velho conhecido de todos,  sua relevância teórica não é tão nítida”.
 Surge então a necessidade  de esclarecer  e  compreender a questão da indisciplina dentro do âmbito escolar e respectivamente os diferentes fatores que compõem sua origem e o que caracterizam sua complexidade.
Ainda segundo Aquino (1996, p. 09) “há muito os distúrbios disciplinares deixaram de ser um evento esporádico e particular no cotidiano das escolas brasileiras, para se tornarem, talvez, um dos maiores obstáculos pedagógicos dos dias atuais.”
 As queixas e preocupações mais freqüentes no âmbito escolar vai de encontro o  pensamento de Aquino; nota-se que a  indisciplina passou a ser um dos maiores problemas pedagógicos enfrentado pelos educadores na atualidade.  

 


3 OBJETIVOS

2.1  Objetivo Geral
Analisar o problema da indisciplina escolar em uma escola pública municipal de Vicência-PE.

3.2  Objetivos Específicos
- Investigar até que ponto a intolerância da gestão escolar é responsável pela indisciplina.
- Verificar se os professores tem se utilizado de procedimentos didáticos para o combate da indisciplina.
- Analisar em que medida a insatisfação dos alunos com as aulas e com o processo escolar de modo geral tem influenciado a indisciplina.

 
4  REFERENCIAL TEÓRICO

4.1  Indisciplina como obstáculo no processo pedagógico.

Quando nos deparamos com o tema indisciplina no ambiente escolar, isso  implica em analisar acerca de diversos fatores que contribui para tal  complexidade. O tema em questão vem sendo discutido  cada vez mais no cotidiano escolar e vem se tornando um desafio para professores e gestores educacionais que se deparam com o problema.
Para Parrat-Dayan (2008,p.07) “os problemas de indisciplina manifestam-se com freqüência na escola, sendo um dos maiores obstáculos pedagógicos do nosso tempo.”
Diante das dificuldades encontradas por todos que fazem parte da comunidade escolar, muitos educadores não encontra-se preparado para lhe dar com diferentes conflitos na sala de aula, dificultando todo processo educativo dentro da sala de aula.
            Vale ressaltar que a indisciplina no âmbito da escola está vinculada a fatores psico-sociais, e pedagógicos, daí a complexidade  da escola com o assunto.  Chagas (2001,p.39) afirma que:
“A indisciplina no meio educacional é vista como a manifestação de um aluno com um comportamento inadequado, um sinal de rebeldia, intransigência, desacato, traduzido na falta de educação ou desrespeito pelas regras pré-estabelecidas, na bagunça, agitação ou desinteresse.”
 Em grande escala, este conceito de indisciplina no meio educacional citado por Chagas é associado aos alunos pela própria escola. Na maioria das vezes a escola não leva em consideração os valores e o meio social em que o aluno está inserido.
A indisciplina manifesta-se de diferentes formas em sala de aula e o professor muitas vezes não está preparado para lidar com o conflito.
Rocha (1996, p.338) entende que "indisciplina é a falta de disciplina, que significa regime de ordem, imposta ou livremente consentida, a ordem que convém ao funcionamento regular de uma organização". Diante da posição de Rocha percebe-se que a indisciplina é algo que pode desencadear a desordem no ambiente escolar, afetando assim o regulamento  da escola e por conseqüência o processo de ensino-aprendizagem.    
Vale registrar que a indisciplina  não só  envolve aspectos externas como: problemas sociais,  baixa qualidade de vida  e conflitos nas relações familiares,  mas envolve também  aspectos internos, desenvolvidos dentro  da escola, como a relação professor-aluno por exemplo. Não é raro depara-se com professor intransigente que considera-se o dono da verdade, impondo e dando ordens em sala de aula, isso implica em desencadear indisciplina dos alunos , como uma forma de protesto a atitudes do professor. Para Freire (1996, p.73)
“O professor autoritário, o professor licencioso, o professor competente, sério, o professor incompetente, irresponsável, o professor amoroso da vida e das gentes, o professor mal-amado, sempre com raiva do mundo e das pessoas, frio, burocrático, racionalista, nenhum deles passa pelos alunos sem deixar sua marca.”
            Por isso a importância do professor  saber lidar com todos os tipos de situações, e está sempre preparado para desenvolver seu papel da melhor forma possível dentro da sala de aula. Como bem diz Freire, qualquer que seja o tipo de professor ele desencadeia  marcas no seu aluno.  
            E para que essas marcas de relacionamentos entre professor e aluno sejam positivas o professor precisa combinar autoridade com respeito e afetividade, ou seja, ao mesmo tempo em que o professor precisa estabelecer normas, deixando claro o que se espera dos alunos, deve também respeitar a individualidade dos mesmos, em um respeito mutuo. Ainda na linha de pensamento de   Freire (1996, p.96)
“... o bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma ‘cantiga de ninar’. Seus alunos cansam não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas.”
Entende- o bom professor é aquele que prende seu aluno na sala de aula  por vontade própria, em prol da aprendizagem e não por base no autoritarismo. Aquele que usa com rigor a sua autoridade, não admitindo contradições não ajuda resolver o problema de indisciplina dentro da escola.
A escola pode usar de ações simples para melhoria da relação professor-aluno. Fazer levantamentos prévios sobre a vida extra-escolar dos alunos pode contribuir para um melhor equilíbrio em situações diversas que gerem indisciplina na sala de aula, se o professor sabe do contexto social em que seu aluno está inserido ele passa a trabalhar formas diferentes para melhor mediar os conflitos em sala.
Freire (2006, p.27) ressalta que “enquanto os professores não perceberem que é, por meio da dinâmica relacional do docente com a turma, e da análise detalhada do que se passa no seio do grupo que pode melhorar o ambiente de sala de aula, caso isso não ocorra não obterão grandes resultados.”
  O ideal é que  a  relação entre educadores e educandos  flua  naturalmente, de forma  bem estabelecida, desencadeando assim uma relação saudável e propicia para o ambiente escolar.
Para melhor enfatizar esta questão da relação aluno e professor no processo educacional Gadotti, (1999, p.2) diz que  “para por em prática o diálogo, o educador não pode colocar-se na posição ingênua de quem se pretende detentor de todo o saber; deve, antes, colocar-se na posição humilde de quem sabe que não sabe tudo”
Fica claro, que o respeito mutuo entre aluno e professor  é fator importante no processo educacional. Vale ressaltar que o professor não deve usar de arrogância e considerar-se o portador de todo saber, atitudes de humildade e trabalho em equipe evita atos indisciplinares em sala de aula.
Diante todo exposto é possível afirmar que ações autoritárias não resolvem o problema e pouco ajudam os alunos, podendo acentuar ainda mais o comportamento inadequado.

4.2   O papel da família e sua relação com a indisciplina escolar.

Sabe-se que educar não é tarefa fácil, ainda mais quando existem inúmeros  fatores que podem influenciar nesse processo.   
A família, por exemplo, é de grande importância  neste  processo educacional do aluno, e problemas de diversas ordens podem motivar a indisciplina escolar. Um ambiente desestruturado onde ocorrer muitos conflitos, por exemplo, pode fazer com que os alunos reproduzam falta de respeito na escola.   
Segundo Oliveira (2005, p. 38) “Toda indisciplina tem uma causa e que a mesma não é simplesmente uma ação, mas uma reação, e que existem vários fatores determinantes da indisciplina, e um deles é a família.” 
A autora enfatiza que na maioria das vezes as atitudes de indisciplina são reflexos de uma educação recebida não apenas pela sociedade, mas no ambiente familiar. Oliveira (2005,p. 47)  ressaltar que:
“A "educação oferecida" pela família reflete na relação da criança com os colegas e com os professores, podendo gerar atitudes indesejáveis na escola que culminam em desobediência, agressividade, falta de respeito perante os colegas, professores e outros.”

Por isso a importância de enfatizar o  ambiente familiar como parte do processo educacional e  comportamento do aluno, já que é na  família onde se forma o primeiro grupo social da criança.
Para que a escola trabalhe em busca de melhorias no comportamento inadequados dos alunos é preciso envolver os familiares na elaboração da proposta pedagógica, com isso buscar um equilíbrio no que diz respeito à disciplina de seus educandos. Polato (2009,p.29) afirma que:
“há dois séculos, o ensino ficava a cargo da família ou de pequenos grupos. Depois, a escola assumiu o papel de formalizar os conhecimentos, ampliá-los, sistematizá-los, tornando-os comuns a todos. A família antes era afastada, agora, é convidada a participar. Família e escola são os principais responsáveis pela educação. O que falta é uma relação mais estreita entre as duas. Parece que cada dia que se passa, menos limite os alunos recebem da família em casa.”
Esta falta de limites visto em muitos alunos atualmente ocorre porque a família tem passado para a escola a responsabilidade de instruir e educar seus filhos e espera que os professores transmitam valores morais, princípios éticos e padrões de comportamento, desde boas maneiras até hábitos de higiene, se omitindo de sua responsabilidade. Entende-se que  no momento em que as crianças iniciam a vida escolar, levam consigo seus valores, hábitos condutas, inseguranças, angústias, traumas e revoltas, que são reflexo de uma educação recebida no ambiente familiar, contribuindo assim para seu comportamento muitas vezes inadequado em sala de aula.
Para Aquino (1996, p. 96) “é impossível negar,  a importância e o impacto que a educação familiar tem (do ponto de vista cognitivo, afetivo e moral) sobre o indivíduo.”
Entende-se, portanto, que para definir disciplina na escola, é necessário considerar uma série de questões sociais e rever o comportamento dos alunos de diferentes ângulos. Neste contexto a família, entendida como primeiro contexto de socialização, exerce   grande influencia sobre a criança e o adolescente.
 As atitudes dos pais, suas praticas de criação e educação são aspectos que interferem diretamente no desenvolvimento individual e, conseqüentemente, influenciam o comportamento da criança no processo educacional.

4.3   O papel da Gestão escolar frente a  indisciplina na escola.

A indisciplina vem tornado-se uma das principais preocupações dentro da escola, e a coordenação não pode ficar omissa diante deste problema.  Além de procurar identificar as possíveis causas da indisciplina, é necessário que a gestão da escola faça  um levantamento histórico a respeito do problema.
Outra ação que pode ser  feita pela  coordenação escolar  é verificar como são as relações entre os professores e os alunos, pois nesta dinâmica pode estar o fator desencadeador de muitos conflitos que se apresentam na escola.
A coordenação escolar tem como direito e dever por limites e criar obrigações no âmbito escolar, mas isso não significa que a escola pode conceder medidas abusivas e ilegais.
 A gestão escolar tem que trabalhar em conjunto com os docentes e conscientizar  acerca de sua prática em sala de aula.  
O professor precisa refletir se os indícios de indisciplina não são decorrentes de uma didática pobre e desinteressante, de uma postura (autoritária ou permissiva) ou ainda a ausência de uma boa dinâmica na classe. Todos esses fatores têm que ser analisados junto com a gestão e corpo docente da escola a fim de melhorar o desempenho do educando e “controlar” a indisciplina em sala de aula.
A indisciplina escolar ocorre a partir do momento que atrapalha o desempenho escolar tanto dos colegas quanto dos professores. Grande parte dos professores encontra dificuldade em lidar com a complexidade da indisciplina no ambiente escolar, uma parcela de responsabilidade cabe a gestão  que não preparam o  educador através de uma formação continuada, dificultando assim o desenvolvimento de seu trabalho de acordo com a realidade do educando.   

 
5  METODOLOGIA

Essa pesquisa realizar-se-á na perspectiva qualitativa. De acordo com Chizzotti (1991, p. 79) “a abordagem qualitativa parte do princípio de que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, uma interdependência viva entre o sujeito e o objeto, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito”
De acordo com o pensamento de Chizzotti, entende-se que a pesquisa qualitativa  visa a construção da realidade, levando em consideração o contexto social do sujeito.
 A entrevista e observação fazem necessário nesta pesquisa como forma de averiguar a concepção dos participantes e sua relação com a questão da indisciplina escolar. No que diz respeito a observação, Vianna (2007,p.12) salienta que “a observação é uma das mais importantes formas de informações em pesquisa qualitativa em educação.”
É interessante efatizar que em uma abordagem qualitativa, o pesquisador deve saber observar, identificar e descrever os diferentes tipos de interação e processo humano.
O campo empírico para observação e realização das entrevistas será  uma escola da rede municipal situada na cidade de Vicência-PE.  Como procedimentos para coleta de dados, a observação se realizará de forma não participativa e a entrevista semi-estruturada direcionada aos alunos, os professores e o gestor da escola.
Em relação a entrevista semi-estruturada  Triviños (1987, p. 146) afirma que:
“A entrevista semi-estruturada tem como característica  questionamentos básicos que são apoiados em teorias e hipóteses que se relacionam ao tema da  pesquisa. Os questionamentos dariam frutos  a novas hipóteses surgidas a partir das respostas  dos informantes. O foco principal seria colocado pelo investigador-entrevistador. Complementa  o autor, afirmando que a entrevista semi-estruturada “[...] favorece não só a descrição dos  fenômenos sociais, mas também sua explicação e a compreensão de sua totalidade [...]” além de manter a presença consciente e atuante do pesquisador no processo de coleta de informações.”

Compreende-se, portanto que em uma entrevista semi-estruturada permiti que o pesquisador acrescente novas questões, e conseqüentemente permite que ele selecione temáticas para melhor aprofundamento do tema pesquisado.
            Finalizada a coleta de dados, através de observações indireta e entrevista semi-estrutura, dar-se  início à fase de análise dos dados coletados, levando-se em consideração a constância das afirmações e/ou negações feitas pelos personagens da pesquisa a respeito na indisciplina escolar.

 
6 CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES

ATIVIDADES
Mar.
Abr.
Maio
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out.
Nov.
Planejamento
da pesquisa
X
X
X






Levantamento
bibliográfico
X
X
X
X
X
X



Elaboração de
instrumentos




X

X

X



Seleção do campo




X




Coleta de dados





X
X


Análise dos dados





X
X


Preparação do
relatório de pesquisa






  X

X



Revisão e
redação final







   X

Entrega da
monografia








X





















7  REFERENCIA


AQUINO, Júlio Groppa (Org.) Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. 3ª Edição, São Paulo: Summus,1996 .

CHAGAS, K.M., Indisciplina na Escola: de quem é a culpa? Monografia do Curso de Pós-Graduação em Gestão de Qualidade na Educação, Guarapuava –PR, 2001, 48p.,
http://virtual.facinter.br/monos/indisciplina_na_escola.pdf, acesso em setembro/2010.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 1991.

DE LA TAILLE, Yves J.J.M.R. (1994) Prefácio à edição brasileira. In Jean Piaget. O juízo moral na criança.  São Paulo: Summus. Yves.  Limites: Três dimensões educacionais. São Paulo: Ática, 1998

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

GADOTTI, M.. Convite à leitura de Paulo Freire. São Paulo: Scipione, 1999.

OLIVEIRA, Maria Izete. A indisciplina escolar: determinações, conseqüências e ações. Brasília: líber livro, 2005.

PARRAT-DAYAN, S. Como enfrentar a indisciplina na escola. São Paulo: Contexto,
2008.

POLATO, Amanda. Sem culpar o outro. São Paulo: Revista Nova Escola, Ano XXIV, n. 225, set/2009.

ROCHA,  E.  A.  C.  A  pesquisa  em  educação  infantil  no  Brasil:  trajetória  recente  e perspectiva  de  consolidação  de  uma  pedagogia.  Florianópolis:  UFSC:  Centro  de Ciências da Educação: Núcleo de Publicações –NUP, 1996

TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em  educação. São Paulo: Atlas, 1987.

VIANNA, I.de Almeida. A indisciplina participativa na escola: Um desafio a todos os brasileiros. São Paulo: EPU. 2007

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